Queda de cabelos em homens e mulheres
13 de novembro de 2019

A queda de cabelo é normal?

Descubra quando a queda de cabelos pode virar uma calvície e qual o melhor tratamento para o seu caso.

 

A calvície assusta uma porcentagem muito grande da população mundial.

A queda de cabelo ainda é uma condição que assusta muita gente, mas o que muitos não sabem é que perder os fios é um processo natural que faz parte do ciclo de crescimento. Cerca de 50 a 100 fios caem da cabeça de todas as pessoas diariamente, o que não é muito, comparado aos mais de 100 mil fios presentes em nossas cabeças.

 

Na fase adulta os fios do cabelo vão se tornando cada vez mais fracos e por isso a perda ocorre em diferentes escalas dependendo da idade da pessoa. O problema é quando a queda se torna constante e intensa. Afinal, o que faz os cabelos caírem e como evitar isso?

 

Principais causas da queda de cabelo?

Entre os vários determinantes estão os processos factuais como gestação, pós-cirurgia, febre, infecções e outras situações de saúde que resultam na queda mais acentuada do cabelo em determinado momento. Além dos procedimentos químicos, estresse e ansiedade, aparecem outros responsáveis como fatores genéticos, uso de medicamentos, envelhecimento e alimentação pobre em nutrientes e vitaminas.

 

Qual a diferença da queda de cabelo entre homens e mulheres?

Homens e mulheres são igualmente atingidos pela calvície. Os homens tendem a perder os fios ainda na adolescência, de forma mais perceptível a partir dos 30 anos, enquanto as mulheres perdem os cabelos no período gestacional e menopausa. E por que será que isso acontece?

 

Dermatologistas explicam que o fato está relacionado a produção de testosterona, que, aliás, as mulheres também produzem, porém em quantidade bem menor. Quando uma mulher chega na menopausa, por exemplo, os ovários diminuem a produção de estrogênio provocando a queda dos níveis de colágeno, principal responsável pela saúde do cabelo. Por outro lado, acontece o acúmulo de hormônio masculino: a testosterona. Quando chega ao couro cabeludo de quem já tem uma tendência genética à calvície – seja homem ou mulher – esse hormônio masculino reage a ação de uma enzima e transforma-se em outro hormônio, responsável pela diminuição progressiva de cabelos, afinamento dos fios e até mesmo pela morte das células.  Nos homens, a calvície caracteriza-se pela perda dos fios nas entradas laterais, já nas mulheres o dano acontece no centro da cabeça.

 

Quando devo me preocupar?

É sempre bom observar a quantidade de fios nas escovas, travesseiros, roupas e ralos do banheiro após o banho. Se estão caindo tufos e o couro cabeludo está aparente é porque alguma coisa está errada.

 

Como evitar a queda de cabelo?

  • Evite lavar o cabelo com água muito quente;
  • Mantenha os fios sempre limpos, mas evite lavar demais os cabelos;
  • Proteja o couro cabeludo do sol;
  • Não prenda os fios molhados;
  • Use produtos próprios para o seu tipo de cabelo;
  • Mantenha uma alimentação saudável;
  • Reduza o nível de estresse, evite ansiedade e depressão;
  • Acompanhe o aspecto do couro cabeludo;
  • Toxinas do cigarro e a produção de radicais livres oriundas do álcool também prejudicam muito esse quadro;
  • Quando a chapinha e o secador forem imprescindíveis, use a uma certa distância na cabeça.
  • Visite o dermatologista! Só ele poderá diagnosticar e dizer o grau de seu problema.

 

Qual o melhor tratamento?

Assim como em qualquer outro problema, só um ou uma dermatologista poderá indicar o melhor tratamento.

Existem no mercado uma série de remédios para a calvície: hormônios, cremes, suplementos, vitaminas, latanoprosta, bimatoprosta. Todos os remédios, sem exceção apresentam efeitos colaterais. Entre os efeitos aparecem vertigem, impotência, dor de cabeça, crescimento de pelos em outras partes do corpo, pele seca, comichão, taquicardia, dor no tórax, suor excessivo, fraqueza. Tem ainda o chá de folha de goiabeira e a simpatia, esses não apresentam contraindicação.

Uma alternativa é usar um tônico capilar desenvolvida através de pesquisas realizadas pela UFMG, patenteado no Brasil e nos Estados Unidos. A escolha é sua!

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